Ponta da Areia esconde segredos que a maré não consegue lavar. Para Helena, o oceano é um lembrete constante de tudo o que ela perdeu: há três anos, o arquiteto Caio Montenegro desapareceu nas águas escuras durante a construção do farol, deixando para trás um projeto inacabado e um buraco no peito de Helena que nada parece preencher.
Presa em um luto que a sufoca, Helena cria um ritual solitário: todas as noites, à meia-noite, ela escreve cartas para o seu amor perdido e as deixa entre as pedras da praia, entregando suas dores ao vento. Ela só não esperava que, em uma noite de lua cheia, o mar respondesse.
O que começa como um mistério impossível logo se transforma em uma jornada perigosa entre o mundo dos vivos e as sombras das profundezas. Enquanto Helena tenta entender como a letra de Caio voltou a aparecer em seus papéis, ela descobre que o acidente dele não foi apenas má sorte, mas uma conspiração que envolve ganância, traição e forças ancestrais que habitam o fundo do oceano.
Caio está voltando. Mas ele não é mais o mesmo. Entre aparições azuis, segredos de família e a luta para reconstruir o Píer Central, o casal terá que provar que o amor deles é a única âncora capaz de resistir à fúria do Dono do Mar.
Uma história sobre segundas chances, cartas que atravessam dimensões e um amor que nem a morte teve coragem de apagar.
A Meia-Noite, Sob a Mesma Lua é uma obra que mistura sensibilidade, drama e reflexão sobre distância, destino e laços que o tempo não consegue romper. Com uma escrita suave e poética, o autor constrói uma narrativa onde a lua funciona como elo simbólico: mesmo separados por quilômetros, fusos ou dificuldades, os personagens compartilham o mesmo céu, a mesma luz e a mesma esperança.
A trama acompanha duas vidas que parecem distantes, mas caminham paralelas: um jovem que precisa deixar sua terra
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Emilly Miranda
eu amei ler esse livro!!🥰
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Vieirawxxz
MANO que livro perfeito eu amei muito recomendo parabéns
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PivaAna julia
bom
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BezerraElaine
perfeita interpretação ...vale a pena ver
8d
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Tổng cộng: 20
Capítulo 1
A carta que não deveria existir
Helena nunca precisou olhar o relógio para saber quando era meia-noite. O corpo dela já era trein
Capítulo 2
O eco da areia
Helena passou o dia seguinte como se estivesse andando em cima de uma corda bamba. Sabe aquela sensa
Capítulo 3
Onde o frio não é do vento
Helena morava num apartamento que era a cara de quem vive sozinha e não tem tempo pra frescura. Era
Capítulo 4
Café frio e visitas invisíveis
Helena acordou com o despertador do celular gritando "Acorda, Pedrinho" no pé do seu ouvido, e a
Capítulo 5
O mar não aceita desaforo
Helena acordou se sentindo a própria protagonista de filme de fantasia, mas a realidade bateu na por
Capítulo 6
Amizade, tretas e um rastro de sal
A manhã seguinte chegou com um gosto de metal na boca e um barulho de trovão que parecia vir de d
Capítulo 7
Plantas, poeira e o "pulo do gato"
A capela era pequena, mas o silêncio lá dentro era tão denso que parecia que a gente tinha sido embr
Capítulo 8
Entre dunas e fantasmas do passado
O túnel era um aperto só. Helena sentia as paredes de pedra úmida roçando nos seus ombros, e o ch
Capítulo 9
O refúgio das bruxas e o cheiro de incenso
Helena e Bia saíram da água na Praia do Meio parecendo dois bichos da seda molhados. O frio não e
Capítulo 10
Operação "Cova Rasa" e o salto da gazela
O sol nasceu com aquela cara de que ia cobrar caro por cada minuto de descanso. Helena acordou co
Capítulo 11
Salto agulha, infiltração e o calor do invisível
Depois do sufoco no cemitério e de um hambúrguer devorado em cinco minutos, o clima na caminhonet
Capítulo 12
Bits, arrepios e o brilho do que é real
A caminhonete da Bia cortava a avenida da orla como se estivesse fugindo do próprio diabo, mas o cli
Capítulo 13
O silêncio que antecede o tapa
O dia amanheceu com um céu tão azul que chegava a ser ofensivo, considerando que a gente estava p
Capítulo 14
CPF, café quente e o beijo da vida real
Acordar na segunda-feira seguinte foi o maior choque cultural da vida da Helena. Sabe aquele mome
Capítulo 15
Pranchetas, cara de pau e o peso do crachá
A vida de "ressuscitado" tem lá seus luxos, tipo sentir o gosto de um pão de queijo quentinho, ma
Capítulo 16
Canteiro de obras, concreto e um gosto de traição
O telefone da Helena quase explodiu de tanto tocar na manhã de quarta-feira. Quando ela atendeu,
Capítulo 17
Lives, trapaças e o xeque-mate no canteiro
O sol mal tinha dado as caras no horizonte e a Helena já estava a mil por hora. Ela tinha montado
Capítulo 18
Relíquias, poeira e o eco das profundezas
A poeira da confusão com o Dr. Valdir mal tinha baixado e o canteiro de obras do Píer Central já
Capítulo 19
Sangue salgado e a febre do porto
O canteiro de obras estava um breu só, iluminado apenas pelas luzes de emergência que piscavam fe
Capítulo 20
O laço do mar e o horizonte aberto
O dia da inauguração do Píer Central amanheceu com aquele céu de Brigadeiro, um azul tão limpo qu
Muito bom,parabéns 👏🏻
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0bom demais
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0você é muito folgada hein kkkk
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0muito bom mas faltou emoção
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0Amei muito bom esse livro
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0A Meia-Noite, Sob a Mesma Lua é uma obra que mistura sensibilidade, drama e reflexão sobre distância, destino e laços que o tempo não consegue romper. Com uma escrita suave e poética, o autor constrói uma narrativa onde a lua funciona como elo simbólico: mesmo separados por quilômetros, fusos ou dificuldades, os personagens compartilham o mesmo céu, a mesma luz e a mesma esperança. A trama acompanha duas vidas que parecem distantes, mas caminham paralelas: um jovem que precisa deixar sua terra
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0eu amei ler esse livro!!🥰
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0MANO que livro perfeito eu amei muito recomendo parabéns
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0bom
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0perfeita interpretação ...vale a pena ver
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