A história não contada Forgia tinha seu rei Kring, um belo elfo, alto de cabelos "amarelado", forte, veloz o verdadeiro orgulho élfico, e ele teve dois filhos, dois príncipes, Astair e Ludg eles também eram muito fortes, ágeis, ótimos guerreiros certamente faziam jus ao título de príncipe, não é? Mas o que houve com esses dois? Astair e Ludg receberam uma missão de Kring, eles deveriam ir para uma montanha onde tinha um relato de ter alguns Devitar's, eles partiram na mesma hora, julgando a habilidade dos dois eles deveriam voltar no máximo em duas semanas. Se passara um mês e eles ainda não haviam retornado, será que houve algo? O rei desesperado iniciou uma incessante busca pelos seus amados filhos, mas nunca acharam... até que no dia de Hokrus (Um dia muito importante para os elfos, pois é o dia que o Rei e Rainha dançam como se fosse a primeira vez dançando juntos) aconteceu algo que mudaria a vida do rei. Como é um dia festivo eles apenas trancam os portões e todos de Forgia aproveitam o evento, inclusive os soldados e guardas. Então no meio de sua dança o Rei ouve gritos ao portão, O rei se dirige para ver do que se tratava, chegando lá, o Rei viu algo que nunca esqueceria, seu dois filhos, enforcados nos muros de Forgia, mas não tinham braços nem pernas, quando o rei avistou no horizonte, havia lobos, comendo algo, quando ele deu uma olhada mais prolongada, eis que era os braços e pernas de seus filhos, então Kring cai ao Chão de joelhos quando olha para trás e percebe algo escrito em seus muros com o próprio sangue de seus filhos. O que estava escrito despertou a fúria do Rei. "Voltem para sua maldita terra de fadas, não nos perturbem em NOSSO REINO!" O Rei explodiu e imediatamente declarou guerra contra Rakasa e contra a humanidade, o Rei estava cheio de ódio no seu coração cego por seu desejo de justiça, ele perdeu seus dois amados filhos. O Rei não achava amparo, passou dias, mas nada o acalmava, ele bebia sem parar, ele não ficava nem mesmo com sua esposa, o rei deveras estava arrasado. Até que ele foi visitado por alguém em seu quarto essa pessoa disse para ele visitar a biblioteca, o Rei confuso foi até a biblioteca e tinha um livro em cima da mesa, grosso, velho e bem sujo. Quando o Rei começou a ler, ele chorou e saiu correndo... O que o Rei viu? Descobriu algo? E aonde ele foi? Kring foi para o calabouço, chegando lá, ele foi olhando cela por cela, todas vazias mas, na última cela, havia uma pessoa nela, Kring se aproximou e viu que era um garoto, mas havia algo de familiar no garoto, quando Kring percebeu, o garoto estava muito magro, tremendo e havia lágrimas em seus olhos, Kring imediatamente abriu a cela, mas quando ele abriu, ele percebeu que era seu desaparecido sobrinho, Belerofon fazia 2 anos que Kring não via seu sobrinho. -- Belerofon, está acordado? O garoto começa a se mexer, quando abre os olhos ele imediatamente recua, como se ele fosse um animal e seus instintos o mandasse recuar. Mas Kring disse com uma voz bem calma e suave. -- Está tudo bem, ninguém irá machucar você. -- Como você sabe meu nome? -- Sou eu, seu tio Kring, não se lembra de mim? O garoto acena com a cabeça negativamente. -- Bem, vamos sair daqui. Kring estende a mão para Belerofon e o leva para o quarto. -- Atenção todos, preciso de comida e arrumem um banho e roupas para Belerofon. Os servos começam a preparar um banho, uma comida e roupas. Belerofon tira suas vestes, elas estavam sujas e rasgadas, então entra na banheira e por um tempo fica apenas parado, tentando relaxar ao máximo, tentando esquecer o que aconteceu. O que houve? Não me lembro de nada. Alguém bate em sua porta, então Belerofon diz que ele pode entrar, era Kring. - Como está o banho? - Está bom, onde estou? - Pergunra o Jovem observando o castelo, belas iluminarias, muitas armaduras. -- Está em Forgia, aqui é o castelo. -- Entendi. - Está com fome, Belerofon? Belerofon acena positivamente com a cabeça. -- Então, vamos comer, suas roupas estão ali. Te espero para jantarmos. Belerofon sai da banheira, seca a água de seu corpo e veste suas roupas. Saindo do banheiro, Belerofon não faz idéia de como chegar na cozinha, para onde ele olhava só via corredores e corredores sem fim, então uma serva, aparentemente da mesma idade de Belerofon aparece e diz: -- Por aqui. Belerofon segue a menina quando ele pergunta. -- Qual seu nome? -- Meu nome é Nyna, o senhor é Belerofon certo? -- I-isso mesmo, parece que temos a mesma idade? Nyna olha pra ele de cima em baixo e dá um sorriso. "É bom ter alguém da minha idade nesse castelo agora." --Ny-- -- Chegamos. Belerofon agradece e se senta na mesa, quando seu tio chega e diz: -- Olha só, chegou primeiro que eu! Olha que eu moro aqui. Belerofon dá um sorriso. -- Bem vamos comer! Nyna pede para que tragam a comida não só para nós mas para vocês também. Belerofon está espantado com a beleza do lugar. Nyna se retira, Kring olha para Belerofon e pergunta: -- Se lembra de algo? -- Não, só lembro de estar lá na cela. -- Tudo bem. Os servos chegam com a comida então Kring pega seu copo, levanta para o alto e diz: -- Vamos comer! Todos começam a comer e beber. Belerofon olha para o lado e percebe que todos estão rindo, ele percebe que todos estão realmente, ele tem leves Flashbacks em sua mente e as palavras "Família", "Amor" e "Juntos" começavam a martelar em sua mente, mesmo o pequeno não entendendo. -- Belerofon. -- S-sim? -- Está boa a comida? -- Muito boa. -- Belerofon você sabe ler? -- Mais ou menos. -- Caçar? -- Acho que não... -- Certo assim que acabar de comer, vá dormir. -- Ok. Belerofon se levanta, agradece a comida e se retira porém, novamente se perde então cutucando ele por trás, quando ele se vira vê Nyna. --O Senhor quer que eu te acompanhe? --S-sim por favor. Nyna segue em frente, Belerofon fica olhando Nyna e pensando sobre os pais dela, mas não tinha coragem de perguntar nada assim no momento. --Chegamos. --Obrigado, e boa noite. Nyna acena com a cabeça e se retira fechando a porta. Belerofon abre a janela e começar a ver o Castelo, o jardim e a cidade, era tudo muito lindo, assim que Belerofon se deita, logo adormece, estava bem cansado. -- Meu rei, o que farás com o garoto? -- Irei treiná-lo. -- Como assim, meu rei? -- Iremos viajar, vamos ficar algum tempo fora. -- Isso é muito arriscado, meu rei. -- Isso é necessário, deixo Forgia em suas mãos meu amigo. -- Tudo bem. --Me responda uma coisa antes. --Sim, meu rei? --Como ele esteve esse tempo todo naquela cela e ninguém o via? --De acordo com o relatório meu rei, fizeram uma patrulha recente e não acharam nada lá. --Deveras estranho, não acha? --Irei investigar, meu rei. Amanhece, Kring acorda Belerofon e diz: - Vamos garoto, está na hora! -- Na hora de que? -- Eu vou sair em uma viagem com você. -- Como assim? -- Vamos aprender a caçar, melhorar sua leitura, lutar! -- Por quê? -- Você é a minha família. Vamos nos conhecer melhor e você faz parte da realeza meu garoto. -- Tudo bem. Kring ordena que os servos preparem apenas o básico. --Não seria melhor levar mais ouro e suprimentos? --Vamos ir pegando oque precisamos em nossa viagem, nunca se sabe as dificuldades que pode passar lá fora. Belerofon acena com a cabeça Kring e Belerofon saíram pelos portões e partiram para uma aventura. O Rei começou a treinar seu sobrinho, que passou por duros treinamentos como: Correr entre plantas venenosas, para desenvolver resistência e a habilidade de saber quando tal planta, irá lançar seu veneno, subir e saltar de enormes árvores, um rei não pode ter medo de nada, atirar suas flechas e lanças nos mais rápidos e perigosos animais enquanto cavalga um rei precisa acertar seus alvos para impor seu respeito como rei. Passar noites com frio, com fome e sede, um rei mesmo nessas situações não pode demonstrar suas fraquezas, se o próprio Rei for fraco como ele irá ajudar a todos? Depois de passar um tempo na mata com essa rotina, Kring diz: --Vamos Belerofon, tem uma cidade aqui perto. --Cidade? --Sim Rivernd. --Haha que nome engraçado. --Bastante né? --Sim. --Temos que ir lá, vamos procurar algo pra fazermos. --Como assim? --Trabalhos! --Trabalho? Mas você é rei. --Sim, mas da nada, em todas as cidades na praça central tem um local que as pessoas levam trabalhos para serem feitos, e esses trabalhos você é recompensado e pode ser uma boa para você treinar. Mas em vez de ir na praça central tem um outro local que eu posso pegar uns bons trabalhos. --Mas porquê? --Bem as pes- --Não isso, porque nós temos que ir atrás disso? --Eu falei que é bom para você treinar e também, os de caça você verá que é interessante, Bel. --Bel? --Sim, uma abreviação de Belerofon, sei que seu nome é bonito, mas Bel é legal também não acha? --É... acho. --Chegando em Rivernd vamos direto para a praça central. --Tudo bem. Eles então começam a andar e conversar bastante, Kring diz tudo o que ele gostava de fazer, como pesca e caçar criaturas. Belerofon aos poucos vai se soltando e começa a perguntar muitas coisas, eles param um pouco e até pescam. Enquanto andam, Bel percebe a linda natureza, muitas árvores, plantas e animais, e ele via como a vida era bela. Então eles encontram uma carroça parada no meio da estrada, Kring faz um gesto para Belerofon ficar parado, enquanto isso ele se aproxima e conversa com o homem que estava em pé ao lado dela. --Precisa de uma ajuda meu amigo? --Graças aos deuses, eu imaginei que ficaria aqui para sempre, muito obrigado meu amigo. --Que isso, Bel venha aqui. --Bel? --Sim meu sobrinho, Bel vamos ajudar a virar a carroça. --Sim tio. Então Belerofon, Kring e o homem viram a carroça. --Obrigado meus amigos, me chamo Lands, para onde estão indo? --Para Rivernd. --Eu também, peguem uma carona, vamos juntos. --Não precisa se incomodar eu e ele iremos a pé mesmo. --Eu insisto, afinal vocês me ajudaram. --Tudo bem, venha Bel. --Qual o seu nome, meu amigo? --Me chamo Kring. --Kring? Você não seria... --Sim, sou o rei élfico de Forgia e Belerofon é o herdeiro de Forgia. Belerofon olha para Kring sem entender o que ele quis dizer de herdeiro. --Me perdoe majestade por você andar em uma carroça simples como a minha. --Nada mais aconchegante do que algo humilde e de coração não acha? --Sim eu acho majestade. Então chegando em Rivernd se despedem do velho homem e partem para a praça central. --Uau! É tão grande e cheia de pessoas! Bel começa a observar a cidade, muitas casas, lojas e pessoas. --Sim eu disse que seria legal. --Olha um cartaz! --Vamos ver. "Todos os caçadores de Rank A para cima por favor se apresentar ao grande salão para discutir sobre um Devitar que apareceu" --Devitar... O que é isso? Rank A? Não entendo nada disso. --Uma criatura muito traiçoeira e sobre Ranks, quando você faz um trabalho você recebe um Rank específico, o seu primeiro trabalho só pode ser de nível E, mas depois você pode ir até o S! --Legal! S é o melhor? --Bem eu acho que para os caçadores em geral sim, mas... --Mas? --Tem um boato que o The Seventh possui pessoas acima disso. --O que é o The seventh? --São as sete pessoas mais fortes de Rakasa, eles foram criados depois de aparecer os Devitar's. Foi criado para nos proteger. Soube que eles matam muitos por aí. --Eles matam somente essas criaturas? --Não, qualquer humano, elfo, anão ou orc que ameace o reino eles cuidam deles também. --Entendi o senhor é tão forte quanto eles? Kring olha para Bel, dá um sorriso e diz: -- Seu tio é muito forte, então pode ter certeza que sim! Bel dá um grande sorriso. --Mas eu acho que o The seventi? --The Seventh. --Isso isso, acho que eles são mais fortes que os Rank S. --Por quê? --Se eles precisam manter a paz e punir os maus, se uma pessoa rank S for mau quem irá deter? Kring para um pouco, e começa a rir, e depois vira para Bel e diz: --Garoto... Você parece ser mais inteligente do que parece. --Obrigado, onde estamos indo? --Para uma taverna. Eles chegam na taverna "Cabine's Captain" --Olha só, se não é o rei élfico Kring! Todos olham para eles. --Vai dar tudo certo tio? Kring fica em silêncio por um tempo. --Iron seu maldito quanto tempo! Beer para de beber seu louco! --Vem aqui me falar isso de novo seu maldito da realeza! --Quer apanhar de novo Beer? --Ai uma rodada pra todo mundo de graça pela volta do Rei! --Aeeeee. --Eles gostam de você. --Me amam! Kring cumprimenta Iron o dono. Bel começa a observar a seu redor, Humanos, Elfos, anões e gnomos bebendo, rindo e se divertindo. Em uma mesa via dois homens bem fortes segurando o braço um do outro e virando. "Devem estar medindo a força" pensou ele, e uma música muito contagiante, com um ritimo alegra e que iria fazer qualquer um dançar, Bel começa a sorrir sem pensar e fica feliz de ver Elfos e outras raças dançando e se dando bem. --Iron seu maldito. --Realeza quanto tempo, quem é o pivete? --Meu sobrinho Bel, fala um oi. Bel olha pra frente e diz: --O-oi. --Quer um leite garoto? --Sim por favor! Iron dá um copo de leite para Bel e um copo de acredite se quiser "Sei lá o que é isso, mas é forte". --Forte como sempre! Você realmente não vai me dizer o nome disso aqui não? Iron fica um pouco tenso, mas fala rindo depois. --Eu já falei eu o compro e o nome é esse mesmo não se preocupe. --Iron eu vi o anúncio do lorde da terra sobre o Devitar. --Teve vítimas. --Quantas? Iron dá uma olhada para Kring e após respirar fundo. --Duas, dois irmãos estavam pescando e foram devorados. --... --Irmãos... --Alguém pediu um trabalho por ele? --Os caçadores e o lorde vão resolver isso já Kring. Iron olha para Kring e vê seus olhos em chamas. --Bem. Iron tira um papel de seu balcão e entrega para Kring. --O que é isso? --Um dono de loja quer uma escama desse Devitar, ele disse pagar bem. --Obrigado Iron. Kring sai e deixa uma moeda de ouro. --Aquele idiota... Kring e Bel sai da taverna e Bel diz: --Enfim, vamos caçar ele? --Sim, eles merecem ser mortos. Kring e Belerofon partem em busca de um Devitar, mas não é nada fácil. Afinal, essas criaturas gostam mais de ficar em mares, mas há relatos de lagos também. --Belerofon tem um lago aqui perto, vamos lá investigar. --Tudo bem. -Tio você me disse que os Devitar's são traiçoeiros não é? --Sim, existem três tipos de Devitar. --Quais são? --Temos um Devitar com asas, que fica voando por aí, ele é menor que os Devitar normais, temos um Devitar que gosta da terra, ele é maior que o de asas e bem mais forte. --E esse que estamos caçando? Kring olha para as árvores ao redor deles, respira fundo e diz: --Esse Devitar ele gosta de água, ele é o maior dos três e alguns dizem ser mais problemático por ficar na água. --Devitar... Porque a mesma criatura tem três tipos? --Relamente né? Eles podiam dar nomes diferentes para cada um... --Não é isso! --O que seria? --De onde eles vieram? O que eles fazem? --Não sabemos, mas só sabemos que eles devoram tudo, animais, humanos, anões, elfos... Tudo o que estiver na frente deles. --Isso é mais estranho ainda... Parece que eles foram feitos para matar toda a vida daqui não parece? Kring para de andar por um momento, porém retoma o passo. --Que nada, só são monstros que precisam morrer. --Tudo bem então. Eles continuam andando e Bel começa a perceber o quão vasto e bonito poderia ser a Natutreza, cheio de animais, tipos de árvores que ele não tinha visto em Forgia. –É lindo. –Sim, bastante. –Mas Forgia é mais. Kring dá um sorriso e diz: --Fique esperto se ouvir ou ver qualquer coisa me avise. --Pode deixar. Então chegando ao lago Kring começa a observar o lago e fala: --Cuidado olhe ali. Belerofon observa e vê um rastro de sangue que entra no lago. --Pode ser um Devitar? --Provavelmente temos que ter cuidado. Kring saca sua espada e escudo e se aproxima lentamente perto do lago quando começa a ouvir um som um pouco estranho. --Está ouvindo? -Ouvindo o quê? E o som só aumentava, até que Kring percebeu. --Belerofon venha para cá agora! Belerofon se mostra confuso, mas ele sente algo atrás de si, e quando ele olha para trás ele vê uma criatura muito feia e fedida. --Beeeeel! Quando a criatura está prestes a atacar Belerofon desmaia e cai no chão, fazendo assim a criatura errar o golpe, nesse tempo Kring se aproxima e começa a lutar contra o Devitar. Quando Belerofon acorda já está de noite, ele vê uma fogueira, uma pessoa sentada assando algo e quando ele olha para o lado ele vê o Devitar! Ele leva um susto e levanta rapidamente. Mas é só o cadáver. --Acordou Bel. --Kring? --Está com fome? Vamos comer. --Belerofon se senta e começa a comer. --Por que está narrando o que estou fazendo? --Sinto muito, não tinha nada para fazer além de comer. --Você o matou sozinho? --Sim e foi até que fácil para alguém como eu. --Metido. --Bem termina de comer e tenta descansar um pouco, sei que acordou agora, mas amanhã iremos voltar para Rivernd. --Certo irei tentar. Nem precisou tentar, assim que Belerofon terminou de comer pegou no sono de novo... Crianças. --Acorde Bel. Belerofon se levanta lentamente e começa a procurar seu tio pela voz. --Estou aqui. Belerofon se levanta e faz uma cara bem feia de fome. --Já está com fome? Belerofon acena positivamente com a cabeça. --Aiai vamos comer então né antes de irmos. --Vamos comer o que? --Bem eu vi umas frutas ali e temos um pão que eu peguei em Rivernd dá pra comer. --Não te vi pegar nenhum pão lá. --Foi na hora que você estava se deliciando com o leite haha! --Idiota. Então Kring pega as frutas e também acha amoras e faz tipo uma geléia, então passa a geléia nos pães e oferece ao Belerofon. --Aqui Bel está muito bom. Belerofon começa a comer e o menino devora tudo. --Realmente você estava com fome, né? --Sim. --Mesmo comendo a noite rapaz... bem vamos lá Eles partem para Rivernd e a viagem de volta é bem rápida pela rota real. Chegando lá ele vai para a taverna "Cabine's Captain" novamente. --Iron! --Majestade voltou rápido, demorou nem um dia. --Ele estava com fome de novo já, tinha uma trilha de sangue. -Entendo, bem, o dono do trabalho é Ayopoko você vai achar ele no mercado central. --Agradeço vamos Bel. --Onde vamos agora? --Mercado Central. Chegando lá ele começa a fazer perguntas até que acha o Ayopoko. --Ayopoko? --Sou eu, o que vão querer? Eu tenho uma ótima escama de Laiksrkin uma beleza. --Na verdade eu não vim comprar nada. --Então não tenho interesse, vão embora. --Ok, vou embora com essa escama do Devitar. --Opa pera. --Sim? --Deixa-me ver. Kring mostra para ele o corpo inteiro do Devitar. --Hohoho vamos lá pro fundo. Kring e Belerofon o acompanham para o fundo da loja. --Um Devitar inteiro? Isso é bem raro... --Eu sei por isso trouxe inteiro. --Bem a escama eu pagaria cinquenta moedas de ouro, mas um Devitar inteiro... pago quinhentas moedas de- --Não vai rolar. --Mas por quê? --Eu sei exatamente quanto ele vale. --Tsc...Ok eu pago oito- --Se tentar me enganar de novo vou embora e vendo para outro! --Tá certo! mil moedas de ouro! Satisfeito? --Agora sim. Deixa-me ver o saco de moedas. Ayopoko entrega o saco para Kring, o rei era bem inteligente e mexia bastante com ouro ele sabia quantas moedas tinha apenas pelo peso! --Ok aqui tem mil moedas de ouro... toma seu Devitar. --Agradeço e voltem sempre hehe... Ele cochicha baixo voltem nunca! -Voltaremos. --Como o senhor sabia o valor? --Uma escama só ele pagaria algo por volta de 50 moedas de ouro, um inteiro tem a carne e tudo mais, 1000 moedas de ouro se ele vender tudo deve ganhar bem mais que isso. --Se você vendesse as escamas e o resto iria ganhar mais, por que não fez isso? --Porque pra isso existem os comerciantes, eles vivem para isso, não é algo que devemos fazer se não soubermos. --Entendi... --Vamos pegar mais alguns trabalhos? --Claro! E por mais alguns anos essa foi a rotina de Belerofon e Kring , mas como será que estão agora? Se passa algum tempo, então os dois retornam para Forgia. -- Meu Rei! O senhor disse que seria apenas algum tempo, mas ficou fora OITO ANOS! O povo achou que o senhor estava morto! -- Relaxa meu amigo! Haha, ele é um cabeça oca, deu muito trabalho ensinar ele. -- Mas que agora está muito melhor que você em tudo seu velho. -- Haha vamos ver garoto, mas que pena achei que meus notórios feitos tinham sido comentados por Toda Rakasa. --Seus feitos? A maioria foi meu. --N-não senha não ouvimos nada. --Não acredito nisso! -Mas de qualquer forma, ficamos felizes de terem voltado em segurança! O Senhor chegou bem no dia do Dalawa Raikas. --Rapaz é hoje? --Sim meu rei, foi por isso que voltou hoje né? --Foi pura coincidência haha! --Pelos deuses. --Bem irei me arrumar! Bel vai se trocar também. Dalawa Raikas , que é na língua humana: Encontro de Reis. Mas por quê esse evento seria diferente dos outros? Por que esse evento iria mudar o mundo? Belerofon chega no castelo e os servos começam a arrumar o garoto que agora era um homem. --Então você voltou. --Nyna. --Você parece que cresceu --Você continua a mesma coisa! Diz Bel com um sorriso no rosto. --Tsc. Nyna dá um tapa em Belerofon e sai zangada. Os servos não sabem se ajuda o Belerofon ou a mão de Nyna que ela está tentando disfarçar que machucou. --Estou bem, não se preocupem. Diz Belerofon se levantando. --Tudo bem. Eles terminam de arrumar Bel e o levam para o quarto de seu tio. --Bel, já terminou? --Sim tio. Bel olha para o lado e lá está a rainha. --Se lembra da sua tia? --Não... Me desculpe. --Não tem problemas Bel. Diz a rainha e ela começa a se aproximar de Bel. A rainha pega no rosto de Bel e fala: --Você tem os olhos da sua mãe, e o cabelo de seu pai. --A senhora os conheceu? --Sim, seu pai Elfron era um ótimo guerreiro, ele e seu tio viviam brigando. --Isso não é verdade! --Mas eles se davam muito bem. --E minha mãe? --Sua mãe... Ela era a Elfa mais linda que eu tinha visto na minha vida. --Qual era o nome dela? --Seu tio não te contou nada nesses oito anos? --Não ele disse que era melhor eu não saber. A rainha dá um olhar frio para Kring que engole seco e fica com medo. --Sua mãe se chamava Ren. --Ren? --Era o apelido que seu pai deu para ela e pediu para a gente chamar ela assim, mas o nome dela era Meguren. --Parece com os nomes dos samurais de Shitoru. --Seu tio te contou sobre eles? --Durante a nossa aventura acabei me encontrando com alguns. --Sua mãe veio de lá, o pai dela e a mãe dela são elfos que saíram de Forgia e foram para lá e ela nasceu lá. --Mas- --Outro dia eu te conto mais ok? --Ok. --E você se lembra do meu nome Bel? --Bel balança a cabeça negativamente. A rainha se aproxima e quando dá um beijo em sua testa diz. --Me chamo Victoriana, conte comigo Bel. --Pode deixar! Bel começa a chorar. --Ficou emocionado Bel? --Não enche tio! --Bem vamos lá, o líder dos caçadores e o rei dos humanos já devem ter chegado. Bel, Victoriana e Kring se dirigem ao jardim onde estão reunidos todos. --Majestade! --Lian. --Me dê um abraço. Kring e Lian se abraçam. --Victoriana linda como sempre. Lian pega a mão da Rainha e lhe dá um beijo. --Muita gentileza sua Lian. --Esse garoto é o filho de vocês? --Ele é nosso sobrinho, mas o considero meu filho. Venha aqui Bel. Belorofon se aproxima e cumprimenta Lian. --Majestade, me chamo Belerofon é um prazer. --O prazer é meu jovem. --Gan Wei Ba vem aqui. --Ele é um dos poucos caçadores que sabe falar a língua dos humanos. --Lian e Kring faz muito tempo. --Muito tempo! --Como está? --Velho, mas bem. --Velho você deve ter metade da minha idade! Diz Lian. --Quem dera. --Kring e Lian faz tempo mesmo, mas eu estou bem feliz de estarmos aqui. --Também estou! Não é sempre que posso ver essa beleza em WhiteLotus. --Mas WhiteLotus é muito bela também. --Se você diz! Me falaram que você chegou hoje? --Sim eu estava em uma aventura com Bel. --Ele deve ter aprendido muito. --Sim, não tenho mais nada para ensinar a ele. --Que bom, então o que acham de começarmos a falar com todos? --Acho uma boa idéia. Kring, Lian e Gan começam a falar para todos o quanto estavam felizes com a ocasião, pela paz que estava tendo e tudo mais, até que chegou a vez de Lian. --Elfos e humanos são duas raças impressionantes não acham? Os elfos estão todos aqui reunidos e juntos! Eles não se dividem em "classes" agora nós humanos, estamos sempre procurando um motivo a mais para ficarmos se separando em grupos, aqui tem um Rei, e cavaleiro e temos Gan Wei Ba! Um nobre Caçador, me pergunto se está certo ficarmos divididos assim, e se tem algo que eu possa fazer para nos unirmos! Sim todos nós, juntos como um só. --C-como assim Lian? Pergunta Kring. --Para isso acontecer eu tomei uma dura decisão talvez vocês não entendam de início, mas isso é o certo e um dia todos vocês viram até WhiteLotus! Ao terminar suas palavras, ele abraça Kring e enfia uma adaga em sua barriga que lentamente cai ao chão, Gan Wei Ba furioso tenta acertar Lian mas o mesmo é morto covardemente com flechas nas costas. --Homens matem os soldados élficos e os Caçadores! Lian após dar a ordem mata também a Rainha dos elfos Lian I ainda saqueou a cidade e matou muitas pessoas inocentes, seus soldados roubaram o gado e destruíram muita coisa. Depois disso, Lian I fugiu para seu castelo em Whitelotus e fechou a cidade. Ele ficou conhecido como o "Rei covarde" e isso iniciou essa guerra que estamos vivendo.
Salamat
Suportahan ang may-akda na magdala sa iyo ng mga magagandang kwento
jejlg gekhgkhflydu
2d
0ótimo de mais
3d
0eu amei demais!!
14d
0Tingnan Lahat