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O campo

A história não contada
Forgia tinha seu rei Kring, um belo elfo, alto de cabelos "amarelado", forte, veloz o verdadeiro orgulho élfico, e ele teve dois filhos, dois príncipes, Astair e Ludg eles também eram muito fortes, ágeis, ótimos guerreiros certamente faziam jus ao título de príncipe, não é? Mas o que houve com esses dois? Astair e Ludg receberam uma missão de Kring, eles deveriam ir para uma montanha onde tinha um relato de ter alguns Devitar's, eles partiram na mesma hora, julgando a habilidade dos dois eles deveriam voltar no máximo em duas semanas. Se passara um mês e eles ainda não haviam retornado, será que houve algo? O rei desesperado iniciou uma incessante busca pelos seus amados filhos, mas nunca acharam... até que no dia de Hokrus (Um dia muito importante para os elfos, pois é o dia que o Rei e Rainha dançam como se fosse a primeira vez dançando juntos) aconteceu algo que mudaria a vida do rei. Como é um dia festivo eles apenas trancam os portões e todos de Forgia aproveitam o evento, inclusive os soldados e guardas. Então no meio de sua dança o Rei ouve gritos ao portão, O rei se dirige para ver do que se tratava, chegando lá, o Rei viu algo que nunca esqueceria, seu dois filhos, enforcados nos muros de Forgia, mas não tinham braços nem pernas, quando o rei avistou no horizonte, havia lobos, comendo algo, quando ele deu uma olhada mais prolongada, eis que era os braços e pernas de seus filhos, então Kring cai ao Chão de joelhos quando olha para trás e percebe algo escrito em seus muros com o próprio sangue de seus filhos. O que estava escrito despertou a fúria do Rei. "Voltem para sua maldita terra de fadas, não nos perturbem em NOSSO REINO!"
O Rei explodiu e imediatamente declarou guerra contra Rakasa e contra a humanidade, o Rei estava cheio de ódio no seu coração cego por seu desejo de justiça, ele perdeu seus dois amados filhos.
O Rei não achava amparo, passou dias, mas nada o acalmava, ele bebia sem parar, ele não ficava nem mesmo com sua esposa, o rei deveras estava arrasado. Até que ele foi visitado por alguém em seu quarto essa pessoa disse para ele visitar a biblioteca, o Rei confuso foi até a biblioteca e tinha um livro em cima da mesa, grosso, velho e bem sujo. Quando o Rei começou a ler, ele chorou e saiu correndo... O que o Rei viu? Descobriu algo? E aonde ele foi?
Kring foi para o calabouço, chegando lá, ele foi olhando cela por cela, todas vazias mas, na última cela, havia uma pessoa nela, Kring se aproximou e viu que era um garoto, mas havia algo de familiar no garoto, quando Kring percebeu, o garoto estava muito magro, tremendo e havia lágrimas em seus olhos, Kring imediatamente abriu a cela, mas quando ele abriu, ele percebeu que era seu desaparecido sobrinho, Belerofon fazia 2 anos que Kring não via seu sobrinho.
-- Belerofon, está acordado?
O garoto começa a se mexer, quando abre os olhos ele imediatamente recua, como se ele fosse um animal e seus instintos o mandasse recuar. Mas Kring disse com uma voz bem calma e suave.
-- Está tudo bem, ninguém irá machucar você.
-- Como você sabe meu nome?
-- Sou eu, seu tio Kring, não se lembra de mim?
O garoto acena com a cabeça negativamente.
-- Bem, vamos sair daqui.
Kring estende a mão para Belerofon e o leva para o quarto.
-- Atenção todos, preciso de comida e arrumem um banho e roupas para Belerofon.
Os servos começam a preparar um banho, uma comida e roupas.
Belerofon tira suas vestes, elas estavam sujas e rasgadas, então entra na banheira e por um tempo fica apenas parado, tentando relaxar ao máximo, tentando esquecer o que aconteceu.
O que houve? Não me lembro de nada.
Alguém bate em sua porta, então Belerofon diz que ele pode entrar, era Kring.
- Como está o banho?
- Está bom, onde estou? - Pergunra o Jovem observando o castelo, belas iluminarias, muitas armaduras.
-- Está em Forgia, aqui é o castelo.
-- Entendi.
- Está com fome, Belerofon?
Belerofon acena positivamente com a cabeça.
-- Então, vamos comer, suas roupas estão ali. Te espero para jantarmos.
Belerofon sai da banheira, seca a água de seu corpo e veste suas roupas. Saindo do banheiro, Belerofon não faz idéia de como chegar na cozinha, para onde ele olhava só via corredores e corredores sem fim, então uma serva, aparentemente da mesma idade de Belerofon aparece e diz:
-- Por aqui.
Belerofon segue a menina quando ele pergunta.
-- Qual seu nome?
-- Meu nome é Nyna, o senhor é Belerofon certo?
-- I-isso mesmo, parece que temos a mesma idade?
Nyna olha pra ele de cima em baixo e dá um sorriso.
"É bom ter alguém da minha idade nesse castelo agora."
--Ny--
-- Chegamos.
Belerofon agradece e se senta na mesa, quando seu tio chega e diz:
-- Olha só, chegou primeiro que eu! Olha que eu moro aqui.
Belerofon dá um sorriso.
-- Bem vamos comer! Nyna pede para que tragam a comida não só para nós mas para vocês também.
Belerofon está espantado com a beleza do lugar.
Nyna se retira, Kring olha para Belerofon e pergunta:
-- Se lembra de algo?
-- Não, só lembro de estar lá na cela.
-- Tudo bem.
Os servos chegam com a comida então Kring pega seu copo, levanta para o alto e diz:
-- Vamos comer!
Todos começam a comer e beber. Belerofon olha para o lado e percebe que todos estão rindo, ele percebe que todos estão realmente, ele tem leves Flashbacks em sua mente e as palavras "Família", "Amor" e "Juntos" começavam a martelar em sua mente, mesmo o pequeno não entendendo.
-- Belerofon.
-- S-sim?
-- Está boa a comida?
-- Muito boa.
-- Belerofon você sabe ler?
-- Mais ou menos.
-- Caçar?
-- Acho que não...
-- Certo assim que acabar de comer, vá dormir.
-- Ok.
Belerofon se levanta, agradece a comida e se retira porém, novamente se perde então cutucando ele por trás, quando ele se vira vê Nyna.
--O Senhor quer que eu te acompanhe?
--S-sim por favor.
Nyna segue em frente, Belerofon fica olhando Nyna e pensando sobre os pais dela, mas não tinha coragem de perguntar nada assim no momento.
--Chegamos.
--Obrigado, e boa noite.
Nyna acena com a cabeça e se retira fechando a porta.
Belerofon abre a janela e começar a ver o Castelo, o jardim e a cidade, era tudo muito lindo, assim que Belerofon se deita, logo adormece, estava bem cansado.
-- Meu rei, o que farás com o garoto?
-- Irei treiná-lo.
-- Como assim, meu rei?
-- Iremos viajar, vamos ficar algum tempo fora.
-- Isso é muito arriscado, meu rei.
-- Isso é necessário, deixo Forgia em suas mãos meu amigo.
-- Tudo bem.
--Me responda uma coisa antes.
--Sim, meu rei?
--Como ele esteve esse tempo todo naquela cela e ninguém o via?
--De acordo com o relatório meu rei, fizeram uma patrulha recente e não acharam nada lá.
--Deveras estranho, não acha?
--Irei investigar, meu rei.
Amanhece, Kring acorda Belerofon e diz: - Vamos garoto, está na hora!
-- Na hora de que?
-- Eu vou sair em uma viagem com você.
-- Como assim?
-- Vamos aprender a caçar, melhorar sua leitura, lutar!
-- Por quê?
-- Você é a minha família. Vamos nos conhecer melhor e você faz parte da realeza meu garoto.
-- Tudo bem.
Kring ordena que os servos preparem apenas o básico.
--Não seria melhor levar mais ouro e suprimentos?
--Vamos ir pegando oque precisamos em nossa viagem, nunca se sabe as dificuldades que pode passar lá fora.
Belerofon acena com a cabeça Kring e Belerofon saíram pelos portões e partiram para uma aventura.
O Rei começou a treinar seu sobrinho, que passou por duros treinamentos como: Correr entre plantas venenosas, para desenvolver resistência e a habilidade de saber quando tal planta, irá lançar seu veneno, subir e saltar de enormes árvores, um rei não pode ter medo de nada, atirar suas flechas e lanças nos mais rápidos e perigosos animais enquanto cavalga um rei precisa acertar seus alvos para impor seu respeito como rei.
Passar noites com frio, com fome e sede, um rei mesmo nessas situações não pode demonstrar suas fraquezas, se o próprio Rei for fraco como ele irá ajudar a todos?
Depois de passar um tempo na mata com essa rotina, Kring diz: --Vamos Belerofon, tem uma cidade aqui perto.
--Cidade?
--Sim Rivernd.
--Haha que nome engraçado.
--Bastante né?
--Sim.
--Temos que ir lá, vamos procurar algo pra fazermos.
--Como assim?
--Trabalhos!
--Trabalho? Mas você é rei.
--Sim, mas da nada, em todas as cidades na praça central tem um local que as pessoas levam trabalhos para serem feitos, e esses trabalhos você é recompensado e pode ser uma boa para você treinar. Mas em vez de ir na praça central tem um outro local que eu posso pegar uns bons trabalhos.
--Mas porquê?
--Bem as pes-
--Não isso, porque nós temos que ir atrás disso?
--Eu falei que é bom para você treinar e também, os de caça você verá que é interessante, Bel.
--Bel?
--Sim, uma abreviação de Belerofon, sei que seu nome é bonito, mas Bel é legal também não acha?
--É... acho.
--Chegando em Rivernd vamos direto para a praça central.
--Tudo bem.
Eles então começam a andar e conversar bastante, Kring diz tudo o que ele gostava de fazer, como pesca e caçar criaturas.
Belerofon aos poucos vai se soltando e começa a perguntar muitas coisas, eles param um pouco e até pescam. Enquanto andam, Bel percebe a linda natureza, muitas árvores, plantas e animais, e ele via como a vida era bela. Então eles encontram uma carroça parada no meio da estrada, Kring faz um gesto para Belerofon ficar parado, enquanto isso ele se aproxima e conversa com o homem que estava em pé ao lado dela.
--Precisa de uma ajuda meu amigo?
--Graças aos deuses, eu imaginei que ficaria aqui para sempre, muito obrigado meu amigo.
--Que isso, Bel venha aqui.
--Bel?
--Sim meu sobrinho, Bel vamos ajudar a virar a carroça.
--Sim tio.
Então Belerofon, Kring e o homem viram a carroça.
--Obrigado meus amigos, me chamo Lands, para onde estão indo?
--Para Rivernd.
--Eu também, peguem uma carona, vamos juntos.
--Não precisa se incomodar eu e ele iremos a pé mesmo.
--Eu insisto, afinal vocês me ajudaram.
--Tudo bem, venha Bel.
--Qual o seu nome, meu amigo?
--Me chamo Kring.
--Kring? Você não seria...
--Sim, sou o rei élfico de Forgia e Belerofon é o herdeiro de Forgia.
Belerofon olha para Kring sem entender o que ele quis dizer de herdeiro.
--Me perdoe majestade por você andar em uma carroça simples como a minha.
--Nada mais aconchegante do que algo humilde e de coração não acha?
--Sim eu acho majestade.
Então chegando em Rivernd se despedem do velho homem e partem para a praça central.
--Uau! É tão grande e cheia de pessoas!
Bel começa a observar a cidade, muitas casas, lojas e pessoas.
--Sim eu disse que seria legal.
--Olha um cartaz!
--Vamos ver.
"Todos os caçadores de Rank A para cima por favor se apresentar ao grande salão para discutir sobre um Devitar que apareceu"
--Devitar... O que é isso? Rank A? Não entendo nada disso.
--Uma criatura muito traiçoeira e sobre Ranks, quando você faz um trabalho você recebe um Rank específico, o seu primeiro trabalho só pode ser de nível E, mas depois você pode ir até o S!
--Legal! S é o melhor?
--Bem eu acho que para os caçadores em geral sim, mas...
--Mas?
--Tem um boato que o The Seventh possui pessoas acima disso.
--O que é o The seventh?
--São as sete pessoas mais fortes de Rakasa, eles foram criados depois de aparecer os Devitar's. Foi criado para nos proteger. Soube que eles matam muitos por aí.
--Eles matam somente essas criaturas?
--Não, qualquer humano, elfo, anão ou orc que ameace o reino eles cuidam deles também.
--Entendi o senhor é tão forte quanto eles?
Kring olha para Bel, dá um sorriso e diz: -- Seu tio é muito forte, então pode ter certeza que sim!
Bel dá um grande sorriso.
--Mas eu acho que o The seventi?
--The Seventh.
--Isso isso, acho que eles são mais fortes que os Rank S.
--Por quê?
--Se eles precisam manter a paz e punir os maus, se uma pessoa rank S for mau quem irá deter?
Kring para um pouco, e começa a rir, e depois vira para Bel e diz: --Garoto... Você parece ser mais inteligente do que parece.
--Obrigado, onde estamos indo?
--Para uma taverna.
Eles chegam na taverna "Cabine's Captain"
--Olha só, se não é o rei élfico Kring!
Todos olham para eles.
--Vai dar tudo certo tio?
Kring fica em silêncio por um tempo.
--Iron seu maldito quanto tempo! Beer para de beber seu louco!
--Vem aqui me falar isso de novo seu maldito da realeza!
--Quer apanhar de novo Beer?
--Ai uma rodada pra todo mundo de graça pela volta do Rei!
--Aeeeee.
--Eles gostam de você.
--Me amam!
Kring cumprimenta Iron o dono.
Bel começa a observar a seu redor, Humanos, Elfos, anões e gnomos bebendo, rindo e se divertindo. Em uma mesa via dois homens bem fortes segurando o braço um do outro e virando. "Devem estar medindo a força" pensou ele, e uma música muito contagiante, com um ritimo alegra e que iria fazer qualquer um dançar, Bel começa a sorrir sem pensar e fica feliz de ver Elfos e outras raças dançando e se dando bem.
--Iron seu maldito.
--Realeza quanto tempo, quem é o pivete?
--Meu sobrinho Bel, fala um oi.
Bel olha pra frente e diz: --O-oi.
--Quer um leite garoto?
--Sim por favor!
Iron dá um copo de leite para Bel e um copo de acredite se quiser "Sei lá o que é isso, mas é forte".
--Forte como sempre! Você realmente não vai me dizer o nome disso aqui não?
Iron fica um pouco tenso, mas fala rindo depois.
--Eu já falei eu o compro e o nome é esse mesmo não se preocupe.
--Iron eu vi o anúncio do lorde da terra sobre o Devitar.
--Teve vítimas.
--Quantas?
Iron dá uma olhada para Kring e após respirar fundo.
--Duas, dois irmãos estavam pescando e foram devorados.
--...
--Irmãos...
--Alguém pediu um trabalho por ele?
--Os caçadores e o lorde vão resolver isso já Kring.
Iron olha para Kring e vê seus olhos em chamas.
--Bem. Iron tira um papel de seu balcão e entrega para Kring.
--O que é isso?
--Um dono de loja quer uma escama desse Devitar, ele disse pagar bem.
--Obrigado Iron. Kring sai e deixa uma moeda de ouro.
--Aquele idiota...
Kring e Bel sai da taverna e Bel diz:
--Enfim, vamos caçar ele?
--Sim, eles merecem ser mortos.
Kring e Belerofon partem em busca de um Devitar, mas não é nada fácil. Afinal, essas criaturas gostam mais de ficar em mares, mas há relatos de lagos também.
--Belerofon tem um lago aqui perto, vamos lá investigar.
--Tudo bem.
-Tio você me disse que os Devitar's são traiçoeiros não é?
--Sim, existem três tipos de Devitar.
--Quais são?
--Temos um Devitar com asas, que fica voando por aí, ele é menor que os Devitar normais, temos um Devitar que gosta da terra, ele é maior que o de asas e bem mais forte.
--E esse que estamos caçando?
Kring olha para as árvores ao redor deles, respira fundo e diz:
--Esse Devitar ele gosta de água, ele é o maior dos três e alguns dizem ser mais problemático por ficar na água.
--Devitar... Porque a mesma criatura tem três tipos?
--Relamente né? Eles podiam dar nomes diferentes para cada um...
--Não é isso!
--O que seria?
--De onde eles vieram? O que eles fazem?
--Não sabemos, mas só sabemos que eles devoram tudo, animais, humanos, anões, elfos... Tudo o que estiver na frente deles.
--Isso é mais estranho ainda... Parece que eles foram feitos para matar toda a vida daqui não parece?
Kring para de andar por um momento, porém retoma o passo.
--Que nada, só são monstros que precisam morrer.
--Tudo bem então.
Eles continuam andando e Bel começa a perceber o quão vasto e bonito poderia ser a Natutreza, cheio de animais, tipos de árvores que ele não tinha visto em Forgia.
–É lindo.
–Sim, bastante.
–Mas Forgia é mais.
Kring dá um sorriso e diz:
--Fique esperto se ouvir ou ver qualquer coisa me avise.
--Pode deixar.
Então chegando ao lago Kring começa a observar o lago e fala:
--Cuidado olhe ali.
Belerofon observa e vê um rastro de sangue que entra no lago.
--Pode ser um Devitar?
--Provavelmente temos que ter cuidado.
Kring saca sua espada e escudo e se aproxima lentamente perto do lago quando começa a ouvir um som um pouco estranho.
--Está ouvindo?
-Ouvindo o quê?
E o som só aumentava, até que Kring percebeu.
--Belerofon venha para cá agora!
Belerofon se mostra confuso, mas ele sente algo atrás de si, e quando ele olha para trás ele vê uma criatura muito feia e fedida.
--Beeeeel!
Quando a criatura está prestes a atacar Belerofon desmaia e cai no chão, fazendo assim a criatura errar o golpe, nesse tempo Kring se aproxima e começa a lutar contra o Devitar.
Quando Belerofon acorda já está de noite, ele vê uma fogueira, uma pessoa sentada assando algo e quando ele olha para o lado ele vê o Devitar! Ele leva um susto e levanta rapidamente. Mas é só o cadáver.
--Acordou Bel.
--Kring?
--Está com fome? Vamos comer.
--Belerofon se senta e começa a comer.
--Por que está narrando o que estou fazendo?
--Sinto muito, não tinha nada para fazer além de comer.
--Você o matou sozinho?
--Sim e foi até que fácil para alguém como eu.
--Metido.
--Bem termina de comer e tenta descansar um pouco, sei que acordou agora, mas amanhã iremos voltar para Rivernd.
--Certo irei tentar.
Nem precisou tentar, assim que Belerofon terminou de comer pegou no sono de novo... Crianças.
--Acorde Bel.
Belerofon se levanta lentamente e começa a procurar seu tio pela voz.
--Estou aqui.
Belerofon se levanta e faz uma cara bem feia de fome.
--Já está com fome?
Belerofon acena positivamente com a cabeça.
--Aiai vamos comer então né antes de irmos.
--Vamos comer o que?
--Bem eu vi umas frutas ali e temos um pão que eu peguei em Rivernd dá pra comer.
--Não te vi pegar nenhum pão lá.
--Foi na hora que você estava se deliciando com o leite haha!
--Idiota.
Então Kring pega as frutas e também acha amoras e faz tipo uma geléia, então passa a geléia nos pães e oferece ao Belerofon.
--Aqui Bel está muito bom.
Belerofon começa a comer e o menino devora tudo.
--Realmente você estava com fome, né?
--Sim.
--Mesmo comendo a noite rapaz... bem vamos lá
Eles partem para Rivernd e a viagem de volta é bem rápida pela rota real. Chegando lá ele vai para a taverna "Cabine's Captain" novamente.
--Iron!
--Majestade voltou rápido, demorou nem um dia.
--Ele estava com fome de novo já, tinha uma trilha de sangue.
-Entendo, bem, o dono do trabalho é Ayopoko você vai achar ele no mercado central.
--Agradeço vamos Bel.
--Onde vamos agora?
--Mercado Central.
Chegando lá ele começa a fazer perguntas até que acha o Ayopoko.
--Ayopoko?
--Sou eu, o que vão querer? Eu tenho uma ótima escama de Laiksrkin uma beleza.
--Na verdade eu não vim comprar nada.
--Então não tenho interesse, vão embora.
--Ok, vou embora com essa escama do Devitar.
--Opa pera.
--Sim?
--Deixa-me ver.
Kring mostra para ele o corpo inteiro do Devitar.
--Hohoho vamos lá pro fundo.
Kring e Belerofon o acompanham para o fundo da loja.
--Um Devitar inteiro? Isso é bem raro...
--Eu sei por isso trouxe inteiro.
--Bem a escama eu pagaria cinquenta moedas de ouro, mas um Devitar inteiro... pago quinhentas moedas de-
--Não vai rolar.
--Mas por quê?
--Eu sei exatamente quanto ele vale.
--Tsc...Ok eu pago oito-
--Se tentar me enganar de novo vou embora e vendo para outro!
--Tá certo! mil moedas de ouro! Satisfeito?
--Agora sim. Deixa-me ver o saco de moedas.
Ayopoko entrega o saco para Kring, o rei era bem inteligente e mexia bastante com ouro ele sabia quantas moedas tinha apenas pelo peso!
--Ok aqui tem mil moedas de ouro... toma seu Devitar.
--Agradeço e voltem sempre hehe... Ele cochicha baixo voltem nunca!
-Voltaremos.
--Como o senhor sabia o valor?
--Uma escama só ele pagaria algo por volta de 50 moedas de ouro, um inteiro tem a carne e tudo mais, 1000 moedas de ouro se ele vender tudo deve ganhar bem mais que isso.
--Se você vendesse as escamas e o resto iria ganhar mais, por que não fez isso?
--Porque pra isso existem os comerciantes, eles vivem para isso, não é algo que devemos fazer se não soubermos.
--Entendi...
--Vamos pegar mais alguns trabalhos?
--Claro!
E por mais alguns anos essa foi a rotina de Belerofon e Kring , mas como será que estão agora?
Se passa algum tempo, então os dois retornam para Forgia.
-- Meu Rei! O senhor disse que seria apenas algum tempo, mas ficou fora OITO ANOS! O povo achou que o senhor estava morto!
-- Relaxa meu amigo! Haha, ele é um cabeça oca, deu muito trabalho ensinar ele.
-- Mas que agora está muito melhor que você em tudo seu velho.
-- Haha vamos ver garoto, mas que pena achei que meus notórios feitos tinham sido comentados por Toda Rakasa.
--Seus feitos? A maioria foi meu.
--N-não senha não ouvimos nada.
--Não acredito nisso!
-Mas de qualquer forma, ficamos felizes de terem voltado em segurança! O Senhor chegou bem no dia do Dalawa Raikas.
--Rapaz é hoje?
--Sim meu rei, foi por isso que voltou hoje né?
--Foi pura coincidência haha!
--Pelos deuses.
--Bem irei me arrumar! Bel vai se trocar também.
Dalawa Raikas , que é na língua humana: Encontro de Reis.
Mas por quê esse evento seria diferente dos outros? Por que esse evento iria mudar o mundo?
Belerofon chega no castelo e os servos começam a arrumar o garoto que agora era um homem.
--Então você voltou.
--Nyna.
--Você parece que cresceu
--Você continua a mesma coisa! Diz Bel com um sorriso no rosto.
--Tsc. Nyna dá um tapa em Belerofon e sai zangada.
Os servos não sabem se ajuda o Belerofon ou a mão de Nyna que ela está tentando disfarçar que machucou.
--Estou bem, não se preocupem. Diz Belerofon se levantando.
--Tudo bem.
Eles terminam de arrumar Bel e o levam para o quarto de seu tio.
--Bel, já terminou?
--Sim tio.
Bel olha para o lado e lá está a rainha.
--Se lembra da sua tia?
--Não... Me desculpe.
--Não tem problemas Bel. Diz a rainha e ela começa a se aproximar de Bel.
A rainha pega no rosto de Bel e fala:
--Você tem os olhos da sua mãe, e o cabelo de seu pai.
--A senhora os conheceu?
--Sim, seu pai Elfron era um ótimo guerreiro, ele e seu tio viviam brigando.
--Isso não é verdade!
--Mas eles se davam muito bem.
--E minha mãe?
--Sua mãe... Ela era a Elfa mais linda que eu tinha visto na minha vida.
--Qual era o nome dela?
--Seu tio não te contou nada nesses oito anos?
--Não ele disse que era melhor eu não saber.
A rainha dá um olhar frio para Kring que engole seco e fica com medo.
--Sua mãe se chamava Ren.
--Ren?
--Era o apelido que seu pai deu para ela e pediu para a gente chamar ela assim, mas o nome dela era Meguren.
--Parece com os nomes dos samurais de Shitoru.
--Seu tio te contou sobre eles?
--Durante a nossa aventura acabei me encontrando com alguns.
--Sua mãe veio de lá, o pai dela e a mãe dela são elfos que saíram de Forgia e foram para lá e ela nasceu lá.
--Mas-
--Outro dia eu te conto mais ok?
--Ok.
--E você se lembra do meu nome Bel?
--Bel balança a cabeça negativamente.
A rainha se aproxima e quando dá um beijo em sua testa diz.
--Me chamo Victoriana, conte comigo Bel.
--Pode deixar!
Bel começa a chorar.
--Ficou emocionado Bel?
--Não enche tio!
--Bem vamos lá, o líder dos caçadores e o rei dos humanos já devem ter chegado.
Bel, Victoriana e Kring se dirigem ao jardim onde estão reunidos todos.
--Majestade!
--Lian.
--Me dê um abraço.
Kring e Lian se abraçam.
--Victoriana linda como sempre.
Lian pega a mão da Rainha e lhe dá um beijo.
--Muita gentileza sua Lian.
--Esse garoto é o filho de vocês?
--Ele é nosso sobrinho, mas o considero meu filho. Venha aqui Bel.
Belorofon se aproxima e cumprimenta Lian.
--Majestade, me chamo Belerofon é um prazer.
--O prazer é meu jovem.
--Gan Wei Ba vem aqui.
--Ele é um dos poucos caçadores que sabe falar a língua dos humanos.
--Lian e Kring faz muito tempo.
--Muito tempo!
--Como está?
--Velho, mas bem.
--Velho você deve ter metade da minha idade! Diz Lian.
--Quem dera.
--Kring e Lian faz tempo mesmo, mas eu estou bem feliz de estarmos aqui.
--Também estou! Não é sempre que posso ver essa beleza em WhiteLotus.
--Mas WhiteLotus é muito bela também.
--Se você diz! Me falaram que você chegou hoje?
--Sim eu estava em uma aventura com Bel.
--Ele deve ter aprendido muito.
--Sim, não tenho mais nada para ensinar a ele.
--Que bom, então o que acham de começarmos a falar com todos?
--Acho uma boa idéia.
Kring, Lian e Gan começam a falar para todos o quanto estavam felizes com a ocasião, pela paz que estava tendo e tudo mais, até que chegou a vez de Lian.
--Elfos e humanos são duas raças impressionantes não acham? Os elfos estão todos aqui reunidos e juntos! Eles não se dividem em "classes" agora nós humanos, estamos sempre procurando um motivo a mais para ficarmos se separando em grupos, aqui tem um Rei, e cavaleiro e temos Gan Wei Ba! Um nobre Caçador, me pergunto se está certo ficarmos divididos assim, e se tem algo que eu possa fazer para nos unirmos! Sim todos nós, juntos como um só.
--C-como assim Lian? Pergunta Kring.
--Para isso acontecer eu tomei uma dura decisão talvez vocês não entendam de início, mas isso é o certo e um dia todos vocês viram até WhiteLotus!
Ao terminar suas palavras, ele abraça Kring e enfia uma adaga em sua barriga que lentamente cai ao chão, Gan Wei Ba furioso tenta acertar Lian mas o mesmo é morto covardemente com flechas nas costas.
--Homens matem os soldados élficos e os Caçadores!
Lian após dar a ordem mata também a Rainha dos elfos Lian I ainda saqueou a cidade e matou muitas pessoas inocentes, seus soldados roubaram o gado e destruíram muita coisa.
Depois disso, Lian I fugiu para seu castelo em Whitelotus e fechou a cidade. Ele ficou conhecido como o "Rei covarde" e isso iniciou essa guerra que estamos vivendo.

Komento sa Aklat (2753)

  • avatar
    silvajaime

    jejlg gekhgkhflydu

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    Da SilvaFabiana

    ótimo de mais

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  • avatar
    FernandesEduarda

    eu amei demais!!

    14d

      0
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