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A Dor e o Amor

A Dor e o Amor

La Anpulent


บทที่ 1 O início... de tudo

Bem, nossa história começa no início da estação escura "O inverno". No século xv na terra de Winter. Uma terra conhecida por sempre dar grandes festas, ótimo mercado e culinária, e por terem uns dos maiores Reis da época, Príncipe Louis ix, um homem justo, caridoso e um pouco egocêntrico dependendo do dia,
como qualquer um que carrega uma coroa na cabeça.
Louis teve duas filhas que eram o seu mundo, a mais velha, Aurora, parecia uma pintura. Ela tinha a pele clarinha como uma porcelana, como a neve que não parava de cair lá fora, uma bochechas que viviam rosadas, como as rosas vermelhas que florenciam na primavera após o inverno. O cabelo dela tinha um brilho diferente, era o brilho que lembrava o reflexo da lua, na escolha do seu nome, nem ousaram exitar e assim colocando Aurora, que significa aquela primeira claridade da manhã, o anúncio de que o sol está chegando. 
Com apenas dezesseis anos, ela já deixava qualquer nobre ou cavalheiro sem palavras, com o coração acelerado por sua beleza e gentileza.
Depois dela vem a pequena Luna, uma jovem princesa de seis anos que era a cara da mãe, a Rainha Scarlett. Infelizmente, Scarlett partiu quando a jovem princesa nasceu, deixando um vazio enorme no peito do rei e da Aurora. A perda foi pesada, mas eles não puderam parar as suas vidas, até porque tinha uma nova ali precisando de amor. Por isso sempre que falavam da rainha, era para contar como ela era atenciosa e justa com todos. Ela amava festas, tanto que o reino decidiu transformar o inverno em uma grande homenagem a ela, ja que as festas favoritas dela aconteciam nessa estação. Nessas festas vinha gente de todo canto só para aproveitar as músicas e os doces que ela tanto gostava.
Enquanto isso, Winter seguia naquele inverno não tava pra brincadeira naquele ano. O frio tava batendo tão forte que até os pensamentos pareciam congelar se a pessoa ficasse parada por muito tempo. Mas, pra quem morava ali, aquele gelo todo era só o sinal de que a bagunça boa tava chegando. O castelo tava um agito só, com servo correndo pra lá e pra cá, carregando pilhas de lenha e uns tapetes grossos que pareciam pele de urso.
O Rei Louis IX, que não perdia uma chance de se mostrar, tava no meio do salão principal reclamando com o alfaiate. O cara era gente fina, mas tinha dia que o ego dele subia mais que fumaça de lareira.
— Escuta aqui, mestre, essa capa tem que brilhar mais que a Lua cheia no topo da montanha, tá ligado? Eu sou o Rei, não um guarda qualquer. Quero que o pessoal de fora chegue e já sinta o peso da minha presença logo de cara!
O alfaiate só balançava a cabeça, tentando não rir da pose do patrão.
Enquanto isso, lá nos fundos, perto da cozinha onde o cheiro de pão quente e canela tava de revirar o estômago de tanta fome, a Aurora tava tentando convencer o Jacob a sair da frente da lareira (de onde ele veio o invernonao wra tao rigoroso assim, então o coitado sofreu com a mudança) O guri tava quase entrando dentro do fogo pra ver se esquentava a ponta do nariz.
— E aí, ô da magia, vai ficar mofando aí até o festival acabar ou o quê? O sol já deu as caras faz tempo, Jacob!
Jacob deu uma risada meio sem jeito, ajeitando o capuz que tava todo torto na cabeça.
— Calma aí, Aurora! Tu nasceu nesse gelo, deve ter sangue de picolé nas veias. Eu ainda tô tentando entender como é que as pessoas não viram estátua de gelo andando por aqui. Tá um frio de lascar, na moral.
— Deixa de ser frouxo, garoto! Vamos lá fora, quero te mostrar um lugar que tu ainda não viu. E para de reclamar que o clima tá é bom pra dar uma caminhada.
— Bom pra quem? Pro Yeti? Mas beleza, tu venceu. Só deixa eu pegar meu cajado, porque se eu escorregar nesse gelo e passar vergonha, eu pelo menos uso ele pra fingir que foi um passo de dança.
Eles saíram rindo, passando pelos corredores de pedra que ecoavam o som das botas deles. No caminho, a pequena Luna brotou do nada, pulando na frente do Jacob e quase matando o coitado do coração.
— Jacob! Jacob! Tu prometeu que ia me mostrar aquela parada de fazer faísca colorida! Mostra agora, vai, por favorzinho!
O jovem mago olhou pra Aurora, que só deu de ombros, se divertindo com a situação. Ele suspirou, fez uma graça com as mãos e, do nada, umas luzinhas azuis e roxas começaram a dançar em volta dos dedos dele, sumindo logo depois com um estalo que parecia pipoca estourando.
— Caraca! Tu é muito brabo, Jacob! Quando eu crescer eu quero ser igual a tu, só que mais alta!
— Ih, pequena, pra ser igual a mim tem que estudar muito e passar muito frio, viu? Agora corre lá que teu pai tava te procurando pra testar aquela coroa nova que ele mandou fazer pra ti.
A menina saiu voando, toda animada, e os dois continuaram o rolê. Eles foram em direção ao pátio de treinamento, onde o Rowan tava trocando uma ideia com uns cavaleiros. O Mago Real parecia bem mais relaxado agora que tava em Winter, o semblante de preocupação tinha dado uma trégua.
— Ô pai! Tá ensinando a galera a transformar gelo em suco ou o papo é sério aí?
Rowan olhou pro filho e deu um sorriso de canto.
— Tô tentando explicar pra esses cabeças-dura que magia não é só soltar fogo pela mão, Jacob. Requer paciência, coisa que tu também tá precisando aprender, inclusive.
— Ih, começou o sermão... Bora, Aurora, antes que ele resolva me dar uma aula de história da magia no meio da neve.
Eles deram no pé, indo pro lado do mercado que ficava encostado na muralha do castelo. O lugar tava bombando. Tinha gente vendendo de tudo: de torta de maçã pelando de quente até umas botas de couro que prometiam manter o pé seco até debaixo d'água. Aurora ia cumprimentando todo mundo, toda simpática, do jeito que ela era.
— E aí, Seu Juca! Essa torta tá com uma cara boa, hein? Separa duas aí pro meu amigo aqui, que ele tá precisando de sustento pra aguentar o inverno de Winter.
O vendedor deu um risalhada, entregando os quitutes embrulhados num pano.
— Pra já, princesa! Pro seu amigo "mágico" aí, é cortesia da casa. Só espero que ele não transforme minha barraca num sapo se a torta tiver quente demais!
Jacob pegou a torta e deu uma mordida que quase queimou a língua, mas fez um sinal de joia.
— Tá maluco, Seu Juca, tá bom demais! Se eu soubesse que a comida aqui era nesse nível, eu tinha vindo antes, papo reto.
Eles sentaram num banco de madeira meio capengo, observando o movimento. O céu tava daquele jeito, um cinza clarinho que indicava que logo mais ia cair mais neve. Aurora ficou olhando pro nada por um tempo, o sorriso dando uma diminuída, mas sem sumir totalmente.
— Sabe, Jacob... o pessoal aqui gosta muito de festa por causa da minha mãe. Ela dizia que o inverno era a estação mais bonita porque obrigava a gente a ficar perto de quem gosta pra não congelar. Faz sentido, né?
Jacob parou de comer e olhou pra ela. O tom de voz dela tinha mudado, tava mais suave, mas ainda sem aquela tristeza pesada de antes. Era mais como uma lembrança boa que dava uma pontadinha no peito.
— Tua mãe era uma visão, Aurora. Meu pai fala muito dela. Diz que ela tinha um jeito de fazer todo mundo se sentir importante, tipo tu faz agora. E esse bagulho de ficar perto de quem a gente gosta... é, eu acho que ela tinha razão. Eu, por exemplo, não estaria passando esse frio todo se não fosse por ti.
Aurora sentiu o rosto esquentar, e dessa vez não era por causa da torta.
— Ah, para de ser xarope! Tu tá aqui porque quer aprender as paradas com teu pai e porque o meu pai é louco por vocês. Mas ó, valeu pelo elogio, viu? Tu até que é legalzinho pra um mago iniciante.
— Iniciante? Pô, Aurora, aí tu me quebra! Eu já sei fazer até o vento mudar de direção quando eu espirro, tá achando o quê?
Eles riram juntos, e por um momento, pareceu que o frio nem era tão grande assim. A vibe entre os dois tava cada vez mais natural, tipo aqueles amigos que parece que se conhecem desde que eram criancinhas, sabe? Mas no fundo, lá onde ninguém vê, tinha um brilho diferente no olhar de cada um quando o outro não tava olhando.
De repente, um barulho de trombeta ecoou vindo do portão principal. Eram os emissários dos reinos vizinhos que tavam começando a chegar pro grande banquete. O Rei Louis já tava lá na sacada, todo pomposo, acenando como se fosse o dono do sol.
— Ih, olha lá teu pai. O homem tá inspirado hoje, hein?
— Nem me fala, Jacob. Se deixar, ele faz um discurso de três horas só pra explicar por que a neve de Winter é mais branca que a dos outros lugares. A gente devia ir lá ajudar a organizar as coisas, senão ele vai acabar contratando uma orquestra só pra anunciar a entrada dele no jantar.
— É, melhor a gente ir mesmo. Mas ó, depois tu me deve aquela revanche na corrida de trenó, tá lembrada? Tu ganhou ontem porque eu bati numa raiz de árvore, foi golpe baixo!
— Chora mais, Jacob! Tu perdeu porque é ruim de manobra mesmo. Mas aceito o desafio. Só não vai sair voando com magia pra trapacear, hein?
— Jamais! Eu sou um mago de honra, tá ligado?
Eles voltaram pro castelo trotando, no meio da neve que começava a cair devagarinho de novo. O festival tava só começando, e pelo jeito, aquele inverno ia ser bem mais agitado do que qualquer um deles imaginava. Tinha muita coisa pra acontecer, muita comida pra comer e, claro, muita conversa fiada pra jogar fora enquanto o mundo lá fora ficava todo branquinho.
S/N ao longo da história vcs vão acompanhar a minha imaginação e dor, da história inspirado na minha vida, só que se passando em era medieval fantasiosa 
Bjsss :) rsrs

หนังสือแสดงความคิดเห็น (162)

  • avatar
    correiaTamyres

    Amei muito ler , achei muito bom

    1d

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  • avatar
    BernardoBianca

    esse livro é super bom e eu recomendo super esse livro

    3d

      0
  • avatar
    LetíciaKemilly

    ameiiu

    3d

      0
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