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Bab 4 Magia Negra

“[...] Queria só um ato para imaginar toda essa hipocrisia que paira sobre os homens, são ególatras, envaidecem pelo luxo, arrotam status, justamente por qual motivo? Não seriam simples aparências, se vivermos também questionando o mundo na esfera da cultura e de seus movimentos, o homem não poderia ser mais prestativo ao próximo, não poderia ofertar mais amor ao próximo, já que são avacalhados ou possuem medo do desprezo e da solidão e já esquecem aqueles quem deixou seus assuntos de lados, já não são mais positivistas, são seres com hálito de enxofre, são seres que pregam falsos valores, são seres inertes ao acontecimentos globais, qual seria a causa das aventuras de Dante, adentrar no inferno lutar com monstros mitológicos e ir ao purgatório, - pergunto, “ – Teremos que vivermos em prol do capital”, se na vida possuímos outros tipos de valores, outras meandros que nos norteiam, vejo a morte se apoderando de crianças indefensas, ceifando suas vidas, também pergunto, se fora permitido por Deus? Em ciclos meus pensares se encontram se também somos devotos dos sortilégios que nos foram ensinados com a queda dos anjos e justamente por isso o dilúvio erradicar toda espécie obscurantista de demônios em roYOUstos de homens, não seriam apenas vaidades se vivemos presos em contradições, vaidade seria levar uma vida, abdicando daqueles que nos fizeram sorrir, nos alegrarmos, que nos fizeram gozar da vida com mais pureza [...]”
Os templos da trevas, iam enchendo de pessoas, muitas delas nunca frequentaram um culto daquele local, mas iam seguindo a manada, seguindo a boiada, eram simples de mais, em sua mente já estavam sendo tomadas por um monstro que sempre habitou em diversas formas, unilateralmente em locais sombrios, tomaram a consciência do povo e muitos que repudiavam os templos Satânicos, encaminhavam para ele.
Uma melodia se inicia em todos os templos do globo terrestre.
- Estou ouvindo uma música. Ponderou Aline.
- Acordes mais sombrios do que o black metal. Falou Paulo.
- Talvez, sejam a glorificas das forças sombrias. Amanda disse.
Todos olharam para Hariel, ele como um todo e ao mesmo tempo como um nada na capital francesa, apercebeu das incertezas, não as dos seus colegas, mas a dele, ele preferia estar sozinho, ou acompanhado por eles antes disso acontecer.
- Canção número um, do Senhor da Trevas em Latim, Amanda acertou. Disse por último.
A serpente finalmente se desvinculou dos braços do homem que a portava, deixou livre por instante, fora ao esgoto, voltando devorando um rato, subindo novamente, mas agora enrolando-se em seu pescoço, como um apetrecho egípcio.
- Esse é o ritual para despertar as demais criaturas que precisa, já não somos poderosos unidos.
Por mais que a sociedade soubesse da existência de um anjo renegado, algo pairou em sua mente, o medo, o medo de ser derrotado, medo que não teve quando se rebelou contra Deus.
“[...] Estava preocupado com Leila, se mesmo a atacando com o sentimento de mortal de humano, acusando de perseguições abstratas, preocupavam com ela se havia se engendrado nos campos obscuros cantando como todos seres da Terra mesmo que em casa, a canção número um do Senhor das Trevas, não, pelo contrário Leila estava adormecida babando, não sabia dizer se era um sonho ou apenas mais uma das minhas visões seguida de um despertar, juntamente outros três mortais apareceram, eram os que me acompanhavam nessa jornada, todos os quatros, foram enviados as muralhas eternas e chegando lá, descobriram que o ser por de trás da armadura azul, era Jesus Cristo, e do belo Elfo de armadura prata, seu Pai, Deus, sentíamos a presença do espírito Santo, então fora por eles, que nos receberam, - fora necessário a divisão, aquele aroma maravilhoso nos rondavam, tínhamos certezas que pisávamos em solo santo, em solo da batalha para guerra, ouvíamos desesperadamente a população cantando uma música, sem a verdadeira intenção [...]”
Os quatros que ali estavam, dormiram próximo a Torre Eifel, quando Hariel pensou em perguntar e teve como resposta de Amanda:
- É verdade, fomos escolhidos por Deus. Afirmou.
- Nossa razão já não é plausível a negar tais visões. Complementou Paulo.
Aline ficara pensativa, imaginando o mundo em lugares distintos, estranhos, incoerentes.
- Qual seria o motivo de sermos escolhidos?
- Talvez confundir as coisas sábias com as loucas. Disse Hariel.
- Será que está ligado nitidamente com a nossa evolução? Quis saber Aline.
- Já não existem, um Deus ou deuses, tivemos contato com o Ser Supremo, então causa pois ponderar o espiritismo? Argumentou em forma de pergunta Paulo.
- Sabe, Annubis era o deus do submundo de uma cultura jaz esquecida e lembrada como mitologia, estamos tratando de um plano espiritual. Disse por último Hariel.
Juntamente com movimento da língua da cobra negra, o homem loiro ouvira.
- Encontrei, Torre Eifel.
Um portal dimensional se abrira, por mais forças que possuíssem, sentiram paralisados.
- O Momento não é esse. Uma voz do alto se escutou.
Ele se mordeu de raiva.
Outro portal fora aberto que levaram para longe dele, voltaram para os desertos do Egito, onde Annubis renasceu.
- São aqueles quatro que irá nos atrapalhar? Quis saber o deus do submundo de outrora.
Quanto mais em silêncio que ficava, mais irado Annubis estava, até que deu um murro no queixo, com todas suas forças no anjo caído, levando ao chão juntamente com um flerte de sangue saindo do canto da boca.
- Então é isso, o sangue, a vida.
- Não entendi. Respondeu Annubis.
- Aqueles quatros são seres angelicais. Respondeu por último satanás.
- Ele te incomodou mestre, talvez sepultemos como fizemos voltar, será melhor. Falou em direção a Lúcifer e ao cachorro bípede.
Por um instante Hariel sentiu uma presença tão pesada, tão próximo dele, a força que iria ao seu encontro, já o encontrou, não saberia dizer se a sensação fora a mesma aos demais de seus companheiros.
“[...] Já não importava se as muralhas eternas eram observadas ao leste ou oeste, os homens estavam voltando para suas casas, reagindo, tendo ações coletivas, conversavam, flertavam, beijavam, bebiam, divertiam-se, um sentimento juntamente a sensação de amnésia coletiva era percebida nas clínicas psiquiátricas e nos consultórios psicológicos, procuravam ajuda, mas na verdade era inquirido uma sessão de auto reflexão juntamente com medicamentos, na verdade esses que sentiam a sensação de amnésia coletiva, eram os humanos que estavam despertos, que de alguma forma estavam mais próxima de Deus, porém passavam por chagas tais como, código de doenças internacionais psiquiátricas, já não era Freud ou Jung , quem iria flertar com juventude dos Reinos dos Céus que descia a Terra, uma forte chuva assolava a cidade, quiçá o mundo, era o despertar do Arcanjo acontecendo, se viam tragédias e mais tragédias, mortes e mais mortes, suicídios, assassinatos dos mais cruéis, tais como parricídio, matricídio, muito sangue estava sendo derramado, nós quatro observávamos do meu apartamento as notícias, estávamos aflitos, porém estávamos centrados na batalha, o grupo que tinha acesso a ciência pois em sua parte eram Doutores e Mestres, observavam por meio da tecnologia os aspectos que cercavam a respeito da vinda do Messias, ele pisaria novamente em um solo tão contaminado pelo nossos pecados? [...]”
Leila, bate a porta de Hariel.
Delicadamente, ele o atende, beijando na boca seguido de um abraço, ela entra sem convites perguntando:
- Quem são esses seus amigos?
Hariel queria explicar para ela o que estava acontecendo, falar que Satanás estava na figura de homem assolando a humanidade horror como nunca se vivenciara, porém o silêncio fora profundos, os demais muito educados que são, se apresentaram para Leila, com seus respectivos nomes, ela se sentiu um pássaro fora do ninho menos de três minutos e retirou do ambiente, beijando Hariel.
- Vou embora Bernardo, quando tiver livre me procura, não demora muito. Beijo com todo amor, com todo calor.
Eles continuaram discutindo teorias, hipóteses, mas algo em comum era perceptível em todos, a fraqueza física, poderiam ser fortes mentalmente, mas fisicamente a ponto de enfrentar em uma batalha corporal contra aqueles demônios seria impossível.
- Precisamos nos armar. Afirmou um dos integrantes dos Guerreiros do Armagedon.
Os quatros entram em um transe totalmente profundo visões são observadas pelo grupo.
Em um templo fora ordenado a um dos mestres a derramar sangue de feto em uma cobra, no mesmo instante que em outro templo era derramado sangue de feto em um touro, e assim Satanás trouxe a carne Medusa e Montauro.
“[...] Observamos os generais de satanás, seres mitológicos, uma grande batalha irá se iniciar em nem todas as forças armadas do planeta Terra, serão capazes de derrotarem esses monstros, pois eles querem adentrar a mente dos cidadãos, querem controlar os homens pelos pensamentos, irão invadir sua mente, e já não terão mais poderes de decisão, seremos inúteis se não evitarmos essa peste perniciosa, essa praga irá assolar ao meio dia depois do meio dia, serão todos controlados por um único ser, o das Trevas, o anjo Caído, já não estamos a questionar, se outros deuses existiram, ou que nos faz sermos um deus, mas sim um Deus soberano permitindo entre nós, que haja dor, que haja batalha, para vir a bonança e prosperidade [...]”

Komentar Buku (3300)

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    VitóriaAna

    Ameiiii

    10d

      0
  • avatar
    Anderson Costa

    bom

    20/05

      0
  • avatar
    clara

    bom

    24/03

      0
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