Total : 48Chapter 1 Pequeno Pônei
- Aiii! Para seu idiota! – Eu gritava com o Apolo enquanto ele puxava minha trança e imitava um cava
readmore Chapter 2 O cristal e o Dente-de-Leão
O Cristal e o Dente-de-Leão - Ei! – Não fala assim com ela! O Apolo gritou-me defendendo, e eu até pa
readmore Chapter 3 Ecos do Silêncio
Cinco anos depois! Eu estava como sempre na casa do Apolo e da tia Cássia, eu e ele estávamos jogando
readmore Chapter 4 Entre o quase e o nunca mais
- Merda! – O Apolo falou assustado, e por algum motivo seu estava me sentindo decepcionada. Abri os
readmore Chapter 5 Gritos na Chuva
O dia seguinte ao episódio na casa do Apolo se arrastou, eu como sempre estava sozinha em casa, minh
readmore Chapter 6 Entre a Chuva e o Caos
- Então fala porra – em um instante de coragem gritei com ele de volta, eu não sabia de onde ela vin
readmore Chapter 7 Doze Mil Quilômetros
- Então Luiza? Tem algo a me dizer? – Ela estava com os braços cruzados, me encarando. Eu não consig
readmore Chapter 8 Entre o Medo e o Amor
- Eu tenho câncer Luiza! – Meu coração pareceu parar de bater quando ouvi ela dizer isso, meus olhos
readmore Chapter 9 O Que Ficou Entre Nós
Um dia antes da viagem. Acordei cedo hoje, na verdade eu nem posso dizer que cheguei a dormir, a ansi
readmore Chapter 10 Doze Mil Quilômetros
Acordei com o som da chuva batendo na janela. Por um momento, pensei que tudo o que aconteceu na noi
readmore Chapter 11 Primeira Noite, Novo Mundo
A nova casa parecia menor do que nas fotos. As paredes brancas, o chão de madeira rangendo a cada pas
readmore Chapter 12 Escola Nova
Uma semana. Sete dias inteiros tentando se convencer de que Lisboa agora era “lar”. Sete dias acordand
readmore Chapter 13 Entre Idiomas e Silêncios
O despertador tocou antes do sol nascer. Durante alguns segundos, fiquei olhando o teto branco, tenta
readmore Chapter 14 Cartas que Nunca Enviei
Tem dias em que o silêncio pesa mais do que a saudade. Hoje, por exemplo, tudo dentro de mim parece o
readmore Chapter 15 A Primeira Crise
Lisboa parecia feita de sombras naquele dia. O céu pesado, o ar frio, e o som distante dos bondes que
readmore Chapter 16 O Retrato
Faz apenas um dia desde a crise da minha mãe, mas parece que o tempo se arrastou por semanas. A casa
readmore Chapter 17 Do Outro Lado da Tela
Lisboa tem um tipo de silêncio que parece conversar com a gente. Não é o mesmo silêncio do quarto ond
readmore Chapter 18 O Caderno de Desenhos
Acordei com o som das gaivotas sobrevoando o bairro e o sol tímido entrando pela janela. Lisboa tem e
readmore Chapter 19 Notícias de Casa
A manhã estava morna, o tipo de temperatura que parece fingir que está tudo bem. O sol batia pelas c
readmore Chapter 20 As Flores na Janela
Lisboa parecia suspensa no ar. As manhãs vinham com uma luz dourada demais, quase insolente, como se
readmore Chapter 21 Um Pedido de Desculpas
A manhã começou como todas as outras: o som distante dos bondes, o cheiro de café e o peso invisível
readmore Chapter 22 O Silêncio Antes do Retorno
Lisboa amanhece com um tipo de calma que quase parece mentira. As ruas ainda molhadas da chuva da mad
readmore Chapter 23 O Manuscrito Enviado
A madrugada caía silenciosa sobre Lisboa. A cidade parecia dormir, mas dentro do pequeno apartamento
readmore Chapter 24 O Manuscrito
O relógio na parede marcava pouco mais de dez da manhã quando Brenda, com passos medidos, atravessou
readmore Chapter 25 Lua
O escritório estava mergulhado em sombras. Apenas a luz da tela do computador refletia sobre a mesa
readmore Chapter 26 O Peso do Retorno
A luz suave da manhã atravessava as cortinas do apartamento em Lisboa, iluminando onde Luiza estava
readmore Chapter 27 A Revelação
Tudo, exceto ela. No crachá preso à bolsa lia-se: Lua. O nome que escolhera para se esconder. Para se p
readmore Chapter 28 Ecos do Silêncio
A noite caiu sobre São Paulo como um véu pesado. Luzes piscavam lá fora, refletindo nos vidros do apa
readmore Chapter 29 A Reunião
A manhã nasceu fria em São Paulo. Do lado de fora da editora, o céu ainda carregava o cinza das horas
readmore Chapter 30 As Revisões
O relógio marcava nove quando Luiza atravessou novamente o saguão da editora. Os vidros espelhados re
readmore Chapter 31 Entre Linhas e Silêncios
O amanhecer em São Paulo parecia frio até para o vidro espesso das janelas da Duarte Editora. Apolo D
readmore Chapter 32 O Nome da Editora
O dia amanheceu cinza, como se o céu soubesse que algo estava prestes a mudar. Luiza olhou pela janel
readmore Chapter 33 Apolo
A porta bateu e o som pareceu atravessar as paredes, ecoando no peito dele como um tiro abafado. Apol
readmore Chapter 34 Fuga
Ela tirou os sapatos e os deixou onde caíram. As mãos tremiam. Ainda via, na memória, o reflexo do es
readmore Chapter 35 Apolo
A madrugada se estendia como uma linha torta no horizonte de São Paulo. O prédio estava em silêncio,
readmore Chapter 36 Luiza
O silêncio do quarto de hotel tinha um peso próprio. Desses que não se medem em som, mas em lembrança
readmore Chapter 37 Apolo
A chuva caía como se o céu também tivesse desabado. Grossa, incessante, fria. Cada gota parecia ecoar
readmore Chapter 38 A carta
O som dos lençóis se mexendo a fez virar-se. Noah estava acordado, os olhos fixos nela. — Não dormiu —
readmore Chapter 39 Ecos
Lisboa amanhecia preguiçosa, com o céu tingido de dourado. As gaivotas cruzavam o Tejo, e o som dista
readmore Chapter 40 O Retorno (Apolo)
A chuva caía grossa sobre São Paulo, lavando as janelas do décimo andar como se tentasse apagar o qu
readmore Chapter 41 A Ruína (Brenda)
Brenda nunca foi do tipo que chorava. Não porque fosse forte — mas porque aprendeu cedo que lágrimas
readmore Chapter 42 Fogo e Cinzas (Luiza)
O céu de Lisboa parecia conspirar com o caos que se instalava no coração de Luiza. As nuvens cinzent
readmore Chapter 43 Ecos do que Sobrou
O som das notificações parecia um bombardeio. O nome Luiza saltava das telas, manchetes e postagens c
readmore Chapter 44 Entre o Silêncio e a Verdade
O silêncio dentro da editora parecia ecoar tudo o que havia se partido. A fachada envidraçada da edit
readmore Chapter 45 O que ainda resiste
O sol nascia devagar sobre Lisboa, tingindo o Tejo de um dourado tímido. As gaivotas riscavam o céu e
readmore Chapter 46 O que o silêncio não levou
Chovia em Lisboa. Daquelas chuvas miúdas, persistentes, que mais parecem lembrança do que tempestade.
readmore Chapter 47 Depois do Fim
Dois anos. Dois anos desde o caos, desde as manchetes, desde o olhar dele me pedindo perdão através d
readmore Chapter 48 Epílogo — O que o tempo deixou ficar
Lisboa, seis meses depois. O inverno chegava manso, com o vento salgado vindo do Tejo e o cheiro de c
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gosto muito de ler acho muito criativo
04/04
0uhul
11/03
0muito bom
04/03
0ótimo, ótimo
08/02
0perfeito 👏🏻
28/01
0ameiii
27/01
0ótimo
27/01
0amei maravilhosa
25/01
0muito bomm
23/01
0muito bom
23/01
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